Cada vez fico mais satisfeito por ter entrado neste mundo do jornalismo dos videojogos, não só porque fico a conhecer grandes jogos que de certeza iam passar-me ao lado, como sou de certa forma obrigado a jogar todo o género de jogos (um site pequeno não pode de se dar ao luxo de rejeitar as oportunidades que lhe são dadas) e por vezes surpresas agradáveis acontecem, surpresas como Submerged: Hidden Paths.
Submerged: Hidden Paths é a sequela do Submerged, um jogo lançado em 2015, um jogo de exploração sem qualquer tipo de combate e, para falar a verdade, um jogo que pouco memorável e custa a acreditar no salto que a Uppercut Games deu no espaço de sete anos. (NOTA: de forma a evitar confusões quando disser Hidden Paths refiro-me à sequela e quando digo Submerged refiro-me ao título original).
Apesar de ter acesso à versão completa do Hidden Paths, apenas posso comentar sobre a primeira hora de jogo nesta antevisão, a análise completa chega no dia 10 de março, que coincide com a data de lançamento do jogo, por isso, de forma a manter esta antevisão o mais pura possível, pousei o comando quando o cronómetro alcançou os 60 minutos, e fui a correr comprar o jogo original.
Hidden Paths continua a história iniciada em Submerged, e conta a história de dois irmãos que foram escorraçados da sua tribo e deixados à deriva num mundo totalmente engolido pelos oceanos, onde apenas os arranha-céus mais altos estão acima do nível da água e tal como no primeiro jogo vamos ter de escalar e explorar estas enormes torres de forma a desvendarmos os segredos do passado dos irmãos e da própria cidade que estamos a explorar, tudo isto com a mais pura das tranquilidades, porque ao contrário da maioria dos videojogos, não existe qualquer perigo ao virar da esquina e como os irmãos são exímios trepadores nem os edifícios em decadência nem as alturas vertiginosas apresentam qualquer tipo de perigo, ou seja, o que quero dizer é que não possível morrer em Submerged (e em Hidden Paths pelo que consegui ver), porque todas as ações são efetuadas automaticamente, apenas temos que movimentar a personagem na direção desejada e ela corre, salta e escala qualquer obstáculo no seu caminho.
Agora o que distingue a sequela do original, a sua apresentação. O salto na qualidade gráfica é do dia para a noite, as expressões dos dois irmãos conseguem mostrar as suas emoções sem que uma única palavra seja dita o que nos deixa mais apegados a estas duas pessoas digitais e investidos nos seus problemas e experiências, as animações e movimentos suaves e realistas tanto na água como nos irmãos mantêm-nos emersos neste mundo virtual e num jogo que não nos tenta distrair com mecânicas típicas de videojogo, como combates e secções de plataformas onde a morte é uma possibilidade, tudo isto é de extrema importância, algo que faltou ao Submerged.
Em Hidden Paths temos à nossa disposição um mapa que aparenta ser de um tamanho considerável, que podemos explorar de livre vontade e como o planeta está totalmente coberto de água, as nossas viagens são feitas por barco, barco esse que não tem uma física muito realista, mas torna a sua condução mais acessível, e com a ajuda de um telescópio, descobrimos pontos de interesse para explorar e colecionáveis que podemos utilizar para melhorar e personalizar o barco e as personagens ou descobrir mais sobre a história.
Algo que senti falta no Submerged e parece estar presente no Hidden Paths são os puzzles, eu percebo que o estúdio não queira colocar muitos obstáculos no caminho do jogador, mas um estímulo cerebral ocasional nunca fez mal a ninguém e serve para nos manter atentos e acordados, não vi muita variedade nem complexidade (lembrem-se que só joguei durante uma hora), mas era uma coisa que gostava de ver ser mais explorada e aprofundada.
Posso dizer que estou desejoso para continuar a minha viagem pelo mundo de Submerged: Hidden Paths e descobrir que segredos esperam os dois irmãos, algo que vou fazer assim que terminar esta antevisão, por isso, antevisão terminada.
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Não tem uma estátua, mas tem muita qualidade.
Desloca-te de barco, trepa, interage e explora as bonitas ruinas de um mundo submergido.
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